Sete de Paus

mario_pausEditora Planeta, 2008 
Orelha, por Darwin Matarazzo

IMPRENSAMario Prata leva o policial ao spa (Estadão, 26/11/2008)
♦ Trama policial é pretexto para gozação (Folha, 06/12/2008)

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Cultura, Saraiva, Travessa, Livraria da Folha, Amazon

Em Sete de Paus, o leitor é conduzido por um enredo à altura dos clássicos do gênero, mas com um ingrediente que faz toda a diferença: o peculiar humor de Mario Prata. A trama tem início quando Hans Schneider, professor da Universidade Federal de Florianópolis, de reputação inabalável, aparece morto com um tiro na testa e com o próprio pênis enfiado na boca. Na virilha, uma carta de baralho: o sete de paus. Durante a investigação, ocorre outro assassinato com as mesmas características, o que leva a polícia a trabalhar com a hipótese de se tratar de um serial killer. Qual o motivo e, principalmente, quem estaria por trás desses crimes era uma pergunta que só o agente federal Ugo Fioravanti Neto e o seu jovem parceiro Darwin Matarazzo poderiam responder. E tinha de ser rápido – antes que o assassino em série fizesse mais uma vítima. RolloverBackArrow

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