Schifaizfavoire

schi2Editora Globo, 1993 (reeditado em 2011 pela Editora Planeta)
Prefácio de Fernando Morais

IMPRENSADicionário cutuca "novo-riquismo" português (Folha, 26/04/1993)
♦ Schifaizfavoire traduz Portugal pós-CEE (Estadão, 25/04/1993)
♦ A diferença tratada com humor (Estadão, 25/04/1993)
♦ Português ao pé da letra (JB, 22/05/1993)
♦ Portugueses em fúria (JB, 25/05/1993)

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Podem decretar o fim do trema. Podem trocar o hífen de lugar. Mas não tem jeito. Ainda que a ortografia da língua portuguesa seja unificada, o sentido de muitas palavras continuará diferente, de um lado e outro do Atlântico. Quer ver? Linguado para você é um peixe? Na terra de Fernando Pessoa, linguado é um beijo de língua. Outra: se você está no banheiro e lê uma plaquinha: “Não se esqueça de carregar no autoclismo”, não se assuste. É para dar a descarga da casa de banho. Neste delicioso Schifaizfavoire, Mario Prata mostra que as diferenças entre Brasil e Portugal vão muito além da língua. E é aí que está toda a graça, ora pois! Agora, imagine se um exemplar desses cai nas mãos de um luso?! Caiu! E o pesquisador e autor José Blanco escreveu uma carta ao colega brasileiro, em que comenta algumas palavras, defendendo seus conterrâneos de supostas injustiças e apontando algumas gralhas (traduzindo: erros, confusões). Esta nova edição de Schifaizfavoire traz, pela primeira vez, as anotações de José Blanco,  que torna este livro ainda mais divertido. É, brasileiros e portugueses concordam pelo menos em uma coisa: a piada não pode acabar, nem por decreto. RolloverBackArrow

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